Terapia Casal & Família

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Terapia Casal & Família

A Psicoterapia para Casal e Família é um espaço protegido em que as pessoas podem compreender umas às outras, conversar sobre temas tensos com apoio e mediação do profissional afim de chegar a uma maior assertividade e compreensão mútua, mediar conflitos minimizar tensões, de forma a reconstruir seus vínculos afetivos saudáveis, por meio da análise e compreensão de suas relações, conflitos e problemas. A terapia de casal e de família tem ação terapêutica e profilática sobre o desenvolvimento e saúde mental de crianças e adolescentes. Muitas vezes, quando um indivíduo apresenta um problema, este pode ter tido origem num conjunto de relações familiares deficitárias, e afetar todos os outros membros.

Desta forma, a terapia de família constitui-se num método de tratamento que foca nas relações familiares, no grupo familiar como um todo e no vínculo entre seus membros. A procura por um terapeuta se dá, geralmente, quando a família apresenta um grave problema. Pode ser um dos membros apresentando um transtorno psíquico, a presença de álcool ou drogas, a iminência de uma separação, perdas, etc. Assim, a terapia é indicada sempre que conflitos na relação estejam prejudicando a harmonia familiar, podendo, inclusive, provocar sintomas em um ou mais membros da família. Quando a família participa junto da terapia, haverá um somatório de forças em direção à resolução dos conflitos.

A terapia de casal, por sua vez, visa promover a qualidade da relação conjugal, bem como, prevenir ou intervir em conflitos da interação conjugal. Os conflitos surgem a partir das demandas da vida do casal, que exige ajustes e negociação para promover a satisfação da relação. Tais demandas se refletem em rotinas, interesses, divisão de papéis, gênero, padrões de conduta, padrões de comunicação, intimidade, sexualidade, emoções não expressas, vividas ou compartilhadas, a interação do casal com outras esferas – família de origem, trabalhos, estudos, amizades, dentre outros tantos temas.

Tanto no caso da psicoterapia de casal quanto na de família, o psicólogo será um mediador das relações possibilitando condições para construir diálogo e mediar saúde.

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Melhorar a Comunicação Interpessoal

Você sabe o que é e como melhorar a comunicação interpessoal? Conhecer esse conceito e entender a sua importância é algo fundamental para quem quer obter bons resultados em seu relacionamento. Por isso, dicas como aprender a ouvir ativamente, trabalhar a arte do bem dizer e, identificar as falhas de comunicação são muito importantes para melhorarmos esse aspecto do cotidiano.

A comunicação interpessoal nada mais é do que a capacidade que duas ou mais pessoas têm de trocar informações entre si. Isso, é claro, vai muito além de apenas falar e ouvir: envolve também elementos como a compreensão, a empatia, a interpretação de sinais corporais e muito mais.

Hoje, essa é uma das habilidades mais importantes para um relacionamento conjugal, priorizar a comunicação é uma forma de interagir com seu cônjuge  e ajudar na formação de uma comunicação realmente eficiente. Confira, então, algumas dicas imperdíveis para melhorar e trabalhar essa característica!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Diferença de idade no relacionamento: é um problema?

 

Você está apaixonado por alguém muito mais velho ou muito mais novo do que você? A diferença de idade te impede de iniciar um relacionamento? Você já ouviu mais de uma vez que casais com uma grande diferença de idade não funcionam? Em Psicologia-Online explicamos se a diferença de idade em um relacionamento é realmente um problema ou não.

A diferença de idade no amor tem importância?

Sempre ouvimos dizer que o amor não tem idade, que o que importa é que o sentimento seja forte e que o amor é capaz de tudo. Estas são declarações muito românticas, mas será que é sempre assim? Na vida quotidiana nem tudo é tão ideal como pensamos. Na verdade, a diferença de idade é importante na medida em que afeta a relação.

A diferença de idade no relacionamento tem desvantagens?

A diferença de idade no relacionamento pode ter uma série de desvantagens. Algumas surgem mais frequentemente do que outras e são mais ou menos importantes para o futuro do relacionamento.

  • Modo de vida. A rotina e as atividades preferidas de cada parceiro podem ser muito diferentes. Este é o caso, por exemplo, quando um membro é estudante e o outro é trabalhador.

  • Relações sociais. Normalmente nos relacionamos mais com pessoas que são semelhantes em idade e com as quais temos coisas em comum. Passar tempo com pessoas no ambiente do nosso parceiro pode não se sentir muito integrado porque estamos em momentos diferentes na vida. Os tópicos de conversa, por exemplo, tendem a variar muito quando a diferença de idade é pronunciada. Assim como atividades de lazer, restaurantes frequentados, etc.

  • Sexo. A diferença de desempenho, forma e modo de pensar pode ser um problema de compreensão nesta área. A capacidade física, a libido, a importância que damos às relações sexuais...

  • Oposição das pessoas próximas. Às vezes, a família ou os amigos não apoiam o relacionamento. Isto acontece principalmente de pais ou filhos (se houver) de um dos parceiros. A dificuldade de integração na nova família implica um conflito que, por vezes, termina com a separação do casal.

  • Objetivos de vida. Quer se trate de uma mudança de endereço em busca de uma oportunidade de trabalho ou da decisão de ter filhos, se os objetivos forem muito diferentes, a relação do casal está fadada ao fracasso.

  • Maturidade. O grau de maturidade para as experiências de vida e aprendizagem do membro mais velho do casal pode ser muito diferente do nível apresentado pelo membro mais novo. Isso pode ser um problema, tanto no tipo de problemas que aparecem na relação, como na resolução de conflitos. Isso nem sempre acontece, pois, apesar da diferença de idade, a maturidade de ambos os membros pode ser semelhante.

Existe uma diferença de idade recomendada entre casais?

Alguns estudos indicam que a diferença de idade apropriada é de 5 anos. É possível que esta faixa etária reduza a aparência das dificuldades que mencionamos no ponto anterior, mas isso não é certo, uma vez que estes fatores são influenciados pela idade, mas não determinados.

Existem casais com uma diferença de mais de 10 anos que têm ou tiveram uma relação maravilhosa. Outros da mesma idade cuja relação foi desastrosa. A questão é, mais do que a idade, ter valores semelhantes e estabelecer as bases de uma relação saudável.

Por outro lado, o mesmo número de anos pode levar a mais ou menos desigualdade, dependendo da idade. Por exemplo, em ambos os casos, sendo a diferença de 15 anos, perceberíamos que seria maior entre uma pessoa de 20 e uma pessoa de 35, do que entre uma pessoa de 40 e uma pessoa de 55.

Além disso, a idade que mais importa nestes casos é a "idade mental", e não a cronológica.

Diferença de idade no relacionamento de 20 anos

Acreditamos que casais com uma diferença de idade muito pronunciada só se encontram entre celebridades, mas se olharmos de perto tem a certeza de que à nossa volta existem alguns casais com diferenças de 10 ou 20 anos.

Quando a diferença de idade entre os membros do casal é de 20 anos, obviamente há mais possibilidades de dificuldades, porque a desigualdade é mais pronunciada. Contudo, insistimos que não é algo que tem de acontecer sempre e, com uma boa compreensão, pode ser resolvido. É importante saber que, embora essas diferenças possam existir devido à diferença de idade, isso não te impede de ter uma relação saudável e benéfica. Para isso, é aconselhável aprender a resolver os conflitos de forma assertiva.

Por exemplo, a oposição da família é algo que pode surgir no início, mas, normalmente, se a relação continua e os nossos seres queridos nos veem felizes, eles vão aceitar e até apoiar o relacionamento. No que diz respeito ao estilo de vida ou às relações sociais, à medida que o tempo passa pode haver uma adaptação satisfatória para ambos os membros. Não esqueçamos que, embora seja importante conviver com o ambiente do casal, no final, a pessoa com quem vivemos e passamos mais tempo é o nosso parceiro ou parceira. O que prevalece nestes casos é que os valores e objetivos de ambos sejam semelhantes e, naturalmente, que exista amor e respeito.

Este artigo é meramente informativo, em PsicologiaClínicaJF não temos a capacidade de fazer um diagnóstico ou indicar um tratamento. Recomendamos que você consulte um psicólogo para que ele te aconselhe sobre o seu caso em particular.

Bibliografia

  • Beck, A. T. (2011). Con el amor no basta. Madrid: Paidós.

Infância e Família - Maria Rita Kehl - Psicanalista

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Como identificar se o casamento esta em crise?

Quando as trocas de afeto gestuais ou palavras diminuem, assim como as risadas, trocas de segredos tornam-se raras ou inexistentes. O interesse sexual dá lugar às brigas, e as implicâncias tornam-se constantes. É hora de parar e fazer uma DR (discutir a relação) com seu companheiro (a). Os sintomas começam nas sutilezas e vão se agigantando e se não for repensado a tempo é asfixiado. Que sintomas de uma relação em crise são facilmente identificáveis, isso não é nenhuma novidade. Mas, o desconforto começa na identificação destes sinais, é só uma fase ruim: será o fim de uma história de amor?

O primeiro indício de distanciamento do casal é a falta de comunicação. Já observou algum casal que não trocava nenhuma palavra durante todo o jantar? Na ausência de paciência ou na implicância quase que gratuita de uma das partes? Ou em uma viagem sem troca de impressões, nem sequer aqueles papos vagos sobre o tempo? Quando as conversas, até as mais banais são omitidas. Ou o casal é absolutamente empático em todos os sentidos, ou algo entre eles não vai bem. Há casais que até um simples comentário os leva a discussões intermináveis.
O grande problema pode ser a dificuldade, em ambos cederem proporcionalmente para o resultado satisfatório. Nestes casos, há sinais visíveis, quase que palpáveis do distanciamento emocional. Um paradoxo, quanto mais se evita falar sobre os desacertos mais se tornam profundos.

Mais difíceis podem se tornar as resoluções. Quanto mais frustrações se acumularem por ausência de diálogo, mais complexa será a forma para resolvê-los, pois, a tolerância diminui a paciência em relação aos problemas e com o companheiro (a) pode ficar menor, em razão da falta de treino na escuta em relação ao outro, falta de saber como o outro se sente, em última análise na falta de empatia.

Assim, há um cenário que se desenha, e atitudes “explosivas” de um ou dos dois parceiros e/ou dos dois poderão surgir e consequentemente mais brigas e eventuais agressões.
Em outra hipótese um dos parceiros para evitar confrontos permite que o outro se imponha na tomada de decisões e se torna quase que inaudível em suas necessidades. Minguando literalmente na relação, refletindo diretamente em seu estado de saúde física também.

Ainda que releve muitas situações para poupar o relacionamento, dá ao outro o monopólio. E essa via de mão única acaba por adoecer e/ou provocar ressentimentos, raiva, e outros sentimentos negativos naquele que definha lentamente sob o controle do dominador, se anulando.

Mas afinal, por que os casais entram em conflito?

Os desentendimentos podem nascer com a falta de sinceridade e empenho na relação, que seja por interesse distinto do parceiro (a) de atividades escondidas ou a diminuição do capital do casal.
A crise financeira no orçamento do casal pode a ser um “start” para desentendimentos e frustrações do casal. Assim como ausência de comprometimento em parceria para a assunção das demandas quer financeiras quer exigências nas atividades domésticas e cuidados com os filhos. Há casais que brigam por tudo, desde a compra dos mantimentos no mercado a buscar os filhos na escola, participar de reuniões de pais etc.…
As dificuldades financeiras, para alguns casais é tão grave que acaba afetando a qualidade do afeto e da sexualidade. Já não cabe a paciência para momentos de carinho e pequenas gentilezas. O comum é buscar desculpas, para justificar essa mudança de comportamento às preocupações com as contas, o cansaço do trabalho. Acordar cedo no outro dia. Fato é que há algo malparado e uma hora esse incomodo baterá a porta e fatalmente o inesperado terá que ser atendido.
Todavia, quando há um sincero desejo em preservar a relação. Há que buscar sair da zona de conforto o quanto antes. Se as questões ensejadoras de mal-estar forem bem trabalhadas desde os sinais da crise, o desgaste poderá diminuir os seus estragos. Interceptando a tempo, manifestações de impaciências e agressividades, cobranças, xingamentos e, consequentemente, a falta de afeto e de desejo.

A falta do dinheiro ao qual o casal estava acostumado ao invés de apenas desencadear as reações negativas sobre o relacionamento em si. Pode ser um momento de união para juntos adequarem os orçamentos e trabalharem de comum acordo para uma resolução onde ambos se comprometam com o objetivo.

Há possibilidade de que o problema financeiro seja apenas a ponta do iceberg. Quando o dinheiro representa mais do que o relacionamento para uma das partes, ou até mesmo para as duas, dificilmente esse casal assumirá um equilíbrio na partilha das responsabilidades, seguirá com dificuldades para conciliar interesses. A distância emocional é o maior indicativo de que a relação chegou ao fim, não há cumplicidade só individualidades.

As expectativas e planejamentos não se afinam. Assim, crise nas finanças é o indicativo de que a parceria ou ausência dela degringolou. Não há interesse na resolução, tampouco se adequar as mudanças necessárias para que o incômodo traduzido em crise financeira.
Gustavo Cerbasi no livro “Os Segredos dos Casais Inteligentes”, indica as crises conjugais tendo causa à falta de dinheiro. Segundo o autor este seria o segundo ingrediente mais ensejador dos divórcios no nosso país além das traições conjugais. Fato é que existem muitos motivos que culminam em crises conjugais.

Na atualidade, a grande demanda por realização pessoal, têm posto à prova a dinâmica do casal. A começar pelas prioridades de cada um, mudanças nos valores, o estresse, falta de comunicação, pouco companheirismo, não compartilhamento dos problemas, e pouca afetividade na relação tem se mostrado até mais causadora de crises que a falta em si de dinheiro.

Ainda que não existam fórmulas prontas. É muito importante que ambos exercitem a capacidade de ceder em alguns aspectos, com o objetivo de uma melhor convivência. A rotina emperra o relacionamento do casal, deixando-o chato, previsível, monótono. Para fugir do marasmo pode ser importante revitalizar com atitudes inovadoras, surpreender o outro e reacender o prazer da companhia. As vezes coisas muito simples podem ajudar, como por exemplo, um jantar na varanda, olhar o álbum de fotos do casamento juntos, buscar razões para seguirem juntos. Basta que se use criatividade e boa vontade quando se tem o desejo de permanecer.
Cuidar um do outro é uma atitude de intimidade, que aproxima, alivia tensões, podendo diluir mágoas e ressentimentos. Duas pessoas dispostas a fazer a relação funcionar é fundamental, às vezes é necessário o auxílio de um psicoterapeuta para ajudar a buscar soluções para uma melhor convivência. Feliz ou infelizmente, casamento e crise podem se encontrar em alguns momentos de sua história. Relacionamento envolve dinâmica, e as pessoas mudam constantemente. As crises decorrem desses inúmeros momentos de mudanças pessoais e as que surgem com a vida.
Casais resilientes encaram momentos difíceis identificando metas, tomando o controle de suas ações e identificando diferentes caminhos para a realização de seus objetivos. A capacidade de compreender as experiências da outra pessoa certamente pode ser a melhor fórmula em um relacionamento. Pessoas empáticas mostram-se mais empenhadas em sublimar as dificuldades e um interesse genuíno no bem-estar do parceiro.

Fonte: Psicologia Brasil

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Coisas para fazer em casal sem sair de casa

Como aproveitar o tempo em casa em tempos de pandemia? 

 

 A seguir, você encontrará ideias de coisas para fazer em casal sem sair de casa:

  1. Agora que vocês têm talvez alguns dias para ficar em casa no período de isolamento, pode ser um bom momento para reorganizar o armário. Ter as coisas organizadas favorece a calma, economiza tempo e ajuda a ter uma melhor convivência como casal.

  2. Coisas que vocês têm deixado devido a correria do dia a dia e preocupações. Lembra aquela prateleira que está no canto sem pendurar? Ou aquele quadro sem uma foto? É o momento de colocá-lo. Aproveite para terminar esses detalhes para os quais você não tem tempo no dia a dia.

  3. Aprenda algo novo juntos. Existem tutoriais para fazer muitas coisas. Vocês apenas têm que escolher uma e praticar. Ter hobbies em comum ajuda a passar um tempo de qualidade juntos e desfrutar do lazer.

  4. Planejem viagens que gostariam de fazer. Enquanto as restrições sanitárias e de segurança estão em vigor, é muito importante fazer planos e sonhar com algumas conquistas. Isso oxigena e refrigera a mente. Uma escapada de fim de semana, uma viagem nacional e uma internacional. Vocês podem começar a coletar informações para decidir o próximo destino, começar a planejar o percurso e procurar experiências de outras viagens.

  5. Reflitam sobre o relacionamento ao longo do tempo. Encontrem a primeira foto que vocês têm juntos e a última e observem as diferenças. Conversem sobre as fotos, vivam momentos de alegria.

  6. Faça um “programa de rádio”. Podem contar notícias da atualidade familiar, colocar músicas, inclusive fazer publicidade.

  7. Faça a colagem dos sonhos. Com recortes de revistas e anotações, vocês podem fazer um mural no qual apareça tudo o que vocês desejam conseguir. Isso fará com que o relacionamento fortaleça ainda mais.

  8. Caso você não esteja confortável para realizar essas dicas, ou esta tendo alguma dificuldade para interagir com seu parceiro e ou       cônjuge. Uma boa dica é procurar uma Terapia de Casal. 

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